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Bahloo
Aborígenes

Bahloo

O Homem da Lua

Domínio
Lua, Noite e Serpentes
Alinhamento
Neutro
Elemento
Luz
Relíquias do Poder
Cães-Serpente da Noite
Falar com Bahloo

O Povo

Povo
Aborígenes australianos
Região
Austrália
Período
há 65.000 anos – presente

Os seres ancestrais do Tempo do Sonho são reverenciados pelos aborígenes australianos, possivelmente a cultura contínua mais antiga da Terra. Acredita-se que esses seres criaram a paisagem, as leis e a vida durante o Sonho. Suas histórias são guardadas em pinturas rupestres, cantos e rituais transmitidos por dezenas de milênios.

Nos corroborees, cantos e danças corporais pintadas reencenam as jornadas dos ancestrais do Sonho. As songlines, trilhas de canto, mapeiam o território sagrado de memória, e locais como Uluru permanecem santuários vivos sob guarda de seus povos tradicionais.

Os Pergaminhos Sagrados

Bahloo é o homem da lua na mitologia dos Kamilaroi e povos vizinhos do sudeste australiano. Espírito noturno, atravessa o céu escuro acompanhado de suas três serpentes, que conduz como animais de estimação. Está associado à noite, à fertilidade e ao mistério dos ciclos lunares. Como O Homem da Lua, esta divindade ocupa uma posição de prestígio supremo no panteão dos aborigenes. Seus domínios sobre Lua, Noite e Serpentes refletem a ordem cósmica ancestral mantida através dos milênios. Na iconografia clássica, é retratada com uma aura de majestade inabalável e atributos sagrados que inspiravam reverência tanto a imperadores quanto a camponeses. Sua influência estendia-se além das fronteiras terrenas, governando os destinos e a harmonia entre o visível e o invisível. Para os antigos devotos, contemplar sua essência era compreender as próprias forças fundamentais da natureza e da existência humana.

Símbolos Sagrados

A lua, as serpentes, a noite e o rio do céu

Linhagem Divina

Espírito lunar; companheiro celeste do sol e das estrelas no céu noturno.

O Mito Lendário

Conta uma história Kamilaroi que Bahloo, certa noite, quis atravessar um rio levando suas três serpentes e pediu ajuda a um grupo de homens.

Lendas & Feitos

Uma célebre lenda secundária preservada nas tradições orais dos aborigenes narra a jornada em que Bahloo interveio diretamente na vida dos mortais.

Culto & Adoração

Historicamente, o culto a Bahloo ocupava um lugar central no calendário religioso e arquitetônico da antiguidade.

Relíquias do Poder

As serpentes que conduz como cães de estimação pela escuridão, oferecendo-as aos que cruzam seu caminho.

Você Sabia?

O mito de Bahloo é um dos muitos relatos aborígenes que explicam por que a lua 'renasce' a cada ciclo enquanto os humanos são mortais — um tema comum nas mitologias do mundo.

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