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Nanna
Nórdicos

Nanna

A Esposa Fiel

Domínio
Amor, Devoção e Luto
Alinhamento
Neutro e Bom
Elemento
Luz
Relíquias do Poder
Manto do Luto
Falar com Nanna

O Povo

Povo
Povos nórdicos e germânicos
Região
Escandinávia e norte da Europa
Período
Era Viking, séc. VIII–XI

Os deuses de Asgard eram cultuados pelos povos nórdicos da Escandinávia e pelos germânicos, sobretudo durante a Era Viking. Guerreiros buscavam morrer em batalha para alcançar o Valhalla de Odin, e os mitos foram preservados nas Eddas da Islândia. O culto declinou com a cristianização da região por volta do ano 1000.

Os nórdicos celebravam blóts, sacrifícios sazonais com banquetes de carne e hidromel, como o Yule do solstício de inverno. O grande templo de Uppsala, na Suécia, reunia a cada nove anos um dos maiores festivais sacrificiais do mundo viking.

Os Pergaminhos Sagrados

Nanna é a deusa nórdica do amor e da devoção, esposa do luminoso Baldur. Símbolo da fidelidade conjugal, seu destino está ligado à tragédia da morte de seu marido. Tão grande foi seu amor que não pôde sobreviver à perda do esposo amado. Como A Esposa Fiel, esta divindade ocupa uma posição de prestígio supremo no panteão dos nórdicos. Seus domínios sobre Amor, Devoção e Luto refletem a ordem cósmica ancestral mantida através dos milênios. Na iconografia clássica, é retratada com uma aura de majestade inabalável e atributos sagrados que inspiravam reverência tanto a imperadores quanto a camponeses. Sua influência estendia-se além das fronteiras terrenas, governando os destinos e a harmonia entre o visível e o invisível. Para os antigos devotos, contemplar sua essência era compreender as próprias forças fundamentais da natureza e da existência humana.

Símbolos Sagrados

O coração fiel, a pira funerária, o manto e a flor

Linhagem Divina

Esposa de Baldur; mãe de Forseti, o deus da justiça.

O Mito Lendário

Quando Baldur foi morto pela flecha de visco, seu corpo foi colocado no grande navio funerário para ser cremado segundo os ritos.

Lendas & Feitos

Uma célebre lenda secundária preservada nas tradições orais dos nórdicos narra a jornada em que Nanna interveio diretamente na vida dos mortais.

Culto & Adoração

Historicamente, o culto a Nanna ocupava um lugar central no calendário religioso e arquitetônico da antiguidade.

Relíquias do Poder

O símbolo de sua devoção, que a fez seguir o amado Baldur até a própria morte e o mundo dos mortos.

Você Sabia?

Quando o deus Hermod cavalgou até Hel para tentar resgatar Baldur, Nanna enviou presentes aos deuses com ele, mostrando que mantinha seus laços de afeto mesmo no mundo dos mortos.

O resto deste pergaminho está selado

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