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Tlazoltéotl
Astecas

Tlazoltéotl

A Devoradora da Imundície

Domínio
Purificação, Luxúria e Perdão
Alinhamento
Neutro Puro
Elemento
Terra
Relíquias do Poder
Vassoura da Purificação
Falar com Tlazoltéotl

O Povo

Povo
Astecas (mexicas)
Região
México central
Período
séc. XIV – XVI

Os deuses astecas eram cultuados pelo povo mexica a partir de sua capital, Tenochtitlán, no centro do México. Acreditavam que o sol só se movia se alimentado com sangue, o que levou aos célebres sacrifícios no alto de templos-pirâmide. Seu mundo foi interrompido pela conquista espanhola no século XVI.

O calendário ritual de 18 meses trazia festas como o Toxcatl, em que um jovem vivia um ano como encarnação de Tezcatlipoca. A cada 52 anos, a Cerimônia do Fogo Novo apagava todas as chamas do império, reacesas de uma única fogueira para impedir o fim do mundo.

Os Pergaminhos Sagrados

Deusa da luxúria, da terra fértil e, sobretudo, da purificação dos pecados, Tlazoltéotl encarna o ciclo da transgressão e da redenção. Conhecida como 'a comedora de imundície', ela devora as faltas dos homens e devolve a pureza à alma. Ao mesmo tempo provocadora do desejo e purificadora da culpa, reúne em si os dois polos do pecado. Como A Devoradora da Imundície, esta divindade ocupa uma posição de prestígio supremo no panteão dos astecas. Seus domínios sobre Purificação, Luxúria e Perdão refletem a ordem cósmica ancestral mantida através dos milênios. Na iconografia clássica, é retratada com uma aura de majestade inabalável e atributos sagrados que inspiravam reverência tanto a imperadores quanto a camponeses. Sua influência estendia-se além das fronteiras terrenas, governando os destinos e a harmonia entre o visível e o invisível. Para os antigos devotos, contemplar sua essência era compreender as próprias forças fundamentais da natureza e da existência humana.

Símbolos Sagrados

A vassoura, o algodão fiado, a meia-lua nasal e a imundície devorada

Linhagem Divina

Deusa-mãe da terra, ligada a Toci e às divindades femininas da fertilidade.

O Mito Lendário

Entre os astecas, acreditava-se que uma pessoa só podia confessar suas transgressões a Tlazoltéotl uma única vez na vida, geralmente na velhice.

Lendas & Feitos

Uma célebre lenda secundária preservada nas tradições orais dos astecas narra a jornada em que Tlazoltéotl interveio diretamente na vida dos mortais.

Culto & Adoração

Historicamente, o culto a Tlazoltéotl ocupava um lugar central no calendário religioso e arquitetônico da antiguidade.

Relíquias do Poder

A vassoura ritual com que varre e devora os pecados, limpando a alma dos fardos da transgressão.

Você Sabia?

É frequentemente retratada com a boca e o queixo manchados de negro, sinal da imundície que ingere ao purificar os pecadores.

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